Home Data de criação : 08/01/26 Última atualização : 11/10/17 11:47 / 227 Artigos publicados

Memórias sem fim...  escrito em segunda 15 agosto 2011 09:36

Memória ....

Essa harmônica tranquilidade de lembrar...

O que me traz?

Instrumento do conhecimento...

Transmissão da tradição

De povos ancestrais .

O que isso me traz?

História repetida...

Coisas bem ou  mal vividas...

Fadiga

Coisas esquecidas

Vida.

 

Memória....

É preciso lembrar

Não pode haver ruptura

Nem clausura

É preciso relembrar...

Mover-se no tempo

Recriar...

 bem devagar...

 

Recriar  na  mente

algo como  a cultura do povo ribeirinho...

Entre repente...

No meio ambiente...

Recriar toadas adormecidas nas  redes...

Adornar  no coração

Carrancas de madeiras talhadas,

Coisas vividas...

Nunca  ditas....

Nem esquecidas nem por  ti nem por mim.

Para se chegar na tradição da história

É preciso deixar singrar no porto

Memórias que nunca tiveram fim....

 


 

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sol-solis-solidão  escrito em sábado 30 julho 2011 13:40

Sol, solis

Nesta minha solidão...

Estrela central de minha vida,

Guia-me com sua profunda cor....



Mesmo há distancia de milhões de quilômetros,

Faz-me girar meu corpo num brilho celeste de amor

Dê-me mais energia com sua luz cintilante

Arrasante,

Neste meu corpo que gira feito um girassol

Meu sol

Solis

Solidão...

Angel Bas/ blog-solidaoedepressao

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O espelho cortante e o amor restante  escrito em sábado 30 julho 2011 13:06

Maria Bendita, bonita,

Que não era fruta entre as mulheres,

Mas sofria, a maldita!

O amor a absorvia.

Era uma paixão não compartida

Cheio de ferida.

Restava-lhe só a coincidência de morar na rua Bendita.

 

Quando ali chegou sua alma encheu-se de sentimento.

Mas um espelho afiado pelo tempo

Passou cortante feito um vento

E lhe dizia:

"Nada será pra você...

Nem o melhor dos dias,

Nem o melhor dos tempos,

Nada sobrará, a não ser o vento"

 

Mas o que ninguém sabia

Nem o espelho revelou:

"Que sua alma ainda transcendia.

E o amor no peito já não cabia

Era uma paixão não compartida;

E mesmo cheio de ferida

Sua alma ainda transcenderia

Pelo resto de seus dias".


Angel BAs / blog -Solidaoedepressao

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O meu ser não é verbo ser  escrito em domingo 17 julho 2011 23:58

Agora pergunto o que vai ser

Se já não tenho mais o meu bem querer

Procuro nas poesias,

Mas o poeta só sabe responder coisas do verbo ser

Eu já tenho um corpo,

O meu jeito de ser

E mesmo assim o poeta

Só pergunta o que vou ser quando crescer  

E eu pergunto como vou viver sem você?

E O que faço do meu ser?

Como vou mudar meu corpo

Meu jeito, se não vou mais crescer...

Ah poeta!

Acho que você também

Não sabia nada

Do verbo ser

Nem do meu ser.


 

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Outro tempo outro vento  escrito em quinta 05 maio 2011 00:52

escrito em domingo 03 fevereiro 2008 01:39

Há amores pra viver

Há frutos para colher

Há ventos para soprar

Há meninos pra brincar

Cada coisa no seu lugar

Amores vão e vem

Frutos morrem outros nascem

Ventos levam e trazem

Meninos crescem

As coisas podem mudar

Por que o vento não varre o amor que sinto?

Por que você já não é mais meu menino?

Por que o fruto tornou-se proibido?

Há coisas que só você pode mudar.

(solidaoedepressao)

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